ARTESANATO


 

 

       Com o desenvolvimento e crescimento do Turismo , o Artesanato assumiu um papel importante no desenvolvimento da economia da região . Nos últimos anos , o artesanato passou a ser importante , com a necessidade de alternativas de trabalho , houve um aumento significativo de Artesão que apareceram , beneficiando  do aumento de Turistas e visitantes na nossa região á procura de produtos locais .

Pela nossa região estão espalhadas milhares de oficinas que dominam a Arte como negócio principal e ainda um grande numero de pessoas fazem-no como segunda opção e como sustento da família .

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      O Norte de Portugal , é uma região cheia de Cultura e tradições, onde a história e a religião vivem lado a lado, o saber fazer e a paixão que une o povo á sua terra , manifesta-se nas tradições populares que se preservaram ao longo de séculos e na forte ligação cultural ao artesanato que ajuda a preservar as raízes e tradições de um povo, onde o Artesanato já ultrapassou fronteiras.

 

     Os produtos regionais e artesanais, genuinamente portugueses , marcam presença em toda a região de forma atrativa e colorida , podem ser vistas nas lojas regionais , nas feiras , nas festas e mercados que se realizam ao longo do ano e que facilmente se encontram na rua. Os nossos Artesão dominam a arte do saber fazer, desde polir a pedra, trabalhar a cerâmica, a técnica de tecelagem, através de produtos naturais e fibras animais,  olaria feitas á roda ,a técnica da joalharia e filigrama ,trabalhar os têxteis, os vidros, o zinco , a madeira , o ferro forjado, criando peças populares cheias de significado e verdadeiras obras primas 

 

     Essas peças produzidas manualmente , representam e caracterizam um povo , trazendo ao presente as suas origens , algumas surgiram de lendas e histórias , outras dão importância e mostram a riqueza de um povo . Em diversos locais da nossa região o artesanato manifesta-se de forma diferente , cada um com um percurso diferente:

 

 

 

O PORTO

Bengalas de Gestaçô

 

     Os artesãos de Baião trabalham a madeira esculpindo diversas formas.

Usando como madeira, a cerejeira,o castanheiro e a macieira e na decoração o latão.

 

Camisolas Poveiras da Póvoa de Varzim

 

     Com origens do século XIX, a camisola poveira faz parte do traje da festa do pescador poveiro.São bordados a vermelho e preto, mensagens da vida dos pescadores, âncoras, peixes, conchas, barcos...

 

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Bonecos de Barro de Vila Nova de Gaia

     Figuras de barro, utilizadas nos presépios, como o moleiro e o burro, o frade a banda de música...

 

Bordado da Lixa

 

     Bordado feito sobre algodão branco, como estrelas, espigas, cruzes...

 

Miniaturas de Barcos de Vila do Conde

 

     Foi dos estaleiros de Vila do Conde que se construiram as caravelas e naus que Partiram na descoberta de novos mundos. Nos nossos dias os Artesãos fazem miniaturas com grande perfeição , para recordar esses tempos.

 

Miniaturas de Barcos Rabelos

 

     O Barco Rabelo é uma das mais típicas embarcações portuguesas, foi utilizado no transporte de pipas de Vinho do Porto pelo Douro acima, até às caves de Vila Nova de Gaia. As suas origens são muito antigas, no entanto ainda hoje podemos encontrar estas embarcações atracadas nas margens do Douro e anualmente, no Dia de São João, realiza-se a famosa corrida de barcos rabelo da Foz até à Ribeira.

Os artesãos fazem miniaturas como recordação de uma visita á cidade do Porto.

 

Nós de Marinheiro de Matosinhos

 

     Os Nós de Marinheiro são já uma arte entre os Pescadores, Entre eles estão a “Costura ou Mãozinha” ,para amarrar o barco ao cais, o “Nó de Escota Dobrado” ou "Nó fiel do pescador", o “Nó Torto” usado para fazer redes, ou o “Nó de Botija” substitue a roldana no mastro do barco.

São muitos os marinheiros nesta região de Leixões, Matosinhos e Vila do Conde que se dedicam a este género de artesanato.

 

Ourivesaria de Gondomar

 

 

     A arte de trabalhar o ouro, a prata e outros metais é muito antiga nesta região, devendo-se ao facto de terem existido minas de ouro em Valongo . É principalmente utilizado o trabalho da Filigrama, com grande precisão artística.

 

Peças em Ardósia de Valongo

 

     A partir da pedra natural , os artesãos de Valongo fazem peças em ardósia.

 

 

 

VIANA DO CASTELO

 

     É uma região de fortes tradições, onde o seu povo tem orgulho e vive intensamente os seus costumes.

São vários os artigos típicos da região:

  Caixa com bordado regional;

  Bordado e louça regional de Viana;

  Socas regionais;

  Palmito;

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  Trabalho em vime;

  Lenços regionais vianenses;

  Peça decorativa da louça regional de Viana;

  Bonecas regionais;

  Cabeçudos Tradicionais e esculturas em papel reciclado 

  Trajes;

  Latoaria e Funilaria

  Artigos de decoração alusivos ao traje á Romaria; 

  Boneca Artesanais e Corações de Viana;

  Bijutaria em Filigrama;

  Bordados de Viana e Lenços de namorados;

  Joias Artesanais em vidro (Vitrofusão).

 

 

BRAGA

 

     Braga é das regiões mais conhecidas internacionalmente no saber fazer e na procura dos seus artigos. Sendo a 3ª maior cidade de Portugal e fundada pelos Romanos , com mais de 2000 anos de história, encheu-se de cultura e tradições.

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As suas miniaturas de madeira, as Bonecas em trajes regionais, a louça típica de Braga, a bijutaria, a arte Sacra, farricocos, os bordados , a cestaria e trabalhos em vime, artigos de linho, trabalhos em ferro forjado e o artesanato que mais caracteriza esta cidade tem ligação á musica ,é o dos cavaquinhos e das violas , feitas manualmente e também na Arte Sacra as representações bíblicas e a Vela Votiva de Braga. São artigos tradicionais que facilmente se encontram nas suas ruas,  ou nas zonas rurais.

 

 

BRAGANÇA

 

     O artesanato tradicional produzido por todo o concelho de Bragança, tem ligação aos atos festivos e à decoração.

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Em cobre produzem-se essencialmente, alambiques e caldeiras, usadas na confeção de doces e enchidos ou tachos de uso quotidiano.

O reportório das formas em zinco é mais variado, incluindo igualmente, caldeiras para idêntico uso ao das de cobre, mas também cântaros, candeias, almotolias, funis e regadores para a rega dos hortos.
À festa estão, desde há muito tempo, ligadas as máscaras que disfarçam os rapazes nas festas de Sto. Estevão – os chamados caretos, por altura do solstício de inverno.

 

     A peculiaridade e originalidade desta tradição motivou alguns artesãos a produzir estas máscaras, em folha-de-flandres ou madeira, com uma finalidade, essencialmente, decorativa, a qual também é patenteada na feitura de bengalas, de castanho ou salgueiro, ou no aproveitamento das raízes de urze, numa recriação de seres mais ou menos fantásticos que lhes povoam a imaginação.

     A cestaria artesanal continua viva em muitas aldeias, sendo óbvia a sua importância numa sociedade rural onde os trabalhos agrícolas e as lides domésticas são as principais atividades. O mais frequente são os trabalhos em vime para a produção de cestos destinados aos trabalhos agrícolas mais pesados, designados por coleiros, enquanto os alçafates, geralmente mais finos destinam-se a usos domésticos como por exemplo no transporte das merendas servidas nas pausas do labor agrícola.

     Os tecidos de linho e lã, a par do algodão e trapos, têm aplicações diversas ligadas ao vestuário, de trabalho e de lazer, e ao uso doméstico como lençóis de linho, mantas de trapos, cobertores de lã e colchas de linho, de lã ou de algodão.
Nos dias de hoje, estas confeções foram-se convertendo em relíquias e só, de quando em vez, são utilizadas em festas e romarias ou noutras manifestações mais folclóricas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

VILA REAL

 

Olaria Negra de Bisalhães


     A Olaria Negra de Bisalhães destaca-se pela sua tradição secular que se prolonga até aos dias de hoje. O Oleiro dá-lhe forma na roda e, antes que a peça seque, desenha flores e outras decorações. O processo que faz com que seja obtida a cor negra que característica estas peças, é feito no forno a lenha , não deixando que se liberta o fumo.

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Linhos de Agarez

 

     Trata-se de um tipo de artesanato extremamente apreciado, em forma de colchas, toalhas, e panos.  É na feira de S. Pedro, em Junho, que, anualmente, os Linhos de Agarez, juntamente com os “Barros Pretos de Bisalhães” têm o seu momento de protagonismo. Embora com menos intensidade que no passado algumas artesãs continuam a trabalhar o linho de forma tradicionais , através de um tear , em certas aldeias como Agarez, Mondrões e Couto.

 

Latoaria


     Esta actividade, recorre a materiais como a lata, o estanho, o aço e a folha-de-flandres, que são moldados e manuseados, fazendo uso de ferramentas tradicionais, dando origem às mais variadas peças: regadores, almotolias, talhas, baldes, candeias, miniaturas, entre outros... 

Os Artesãos são verdadeiros testemunhos de hábitos antigos , que fazem viajar no tempo...

 

 

 

 

 

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